para a riponguisse, avante!
Tô saindo de fininho como quem não quer nada, como quem finge que não, ninguém sabe, ninguém viu. Tô partindo antes do sol nascer, subindo a serra dois mil metros ribanceira acima, até o topo do morro mais alto da redondeza, onde o calor é mais calor e o frio é de responsa. Lá tem montanha, rio e cachoeira por todos os lados. Tem passarinho, cavalo e vaca leiteira. Tem rede, lareira e grama macia. Farei uma pausa. Durante os próximos dias eu vou ali falar com Deus, um tête-à-tête (con hífen, crase, tudo) bem particular, eu e Ele, Ele e eu. Mas se preocupem não que eu volto no comecinho da semana que vem. E surpresinhas podem aparecer até lá. Fiquem firmes, fiquem fortes, não saiam daí. Volto já.













