Quarta-feira, 8 de Outubro de 2008

eu queria ser como uma criança

toyeu.jpg 

Frio e garoa na São Paulo que não perdoa ninguém. Estamos aqui nos recuperando das mazelas da última semana, ainda engatinhando, espreguiçando, levantando devagar. E eu resolvi, para comemorar,  costurar uma coisinha especial procês. A minha máquina tá capegando que nem eu, sem luz, totalmente “desregulê”, solidária a minha dor. Não vou dizer o que é pra não estragar a surpresa, mas logo mais fica pronto, vou já voltar pra lida. Tudo isso para acordar a criança que está adormecida em algum lugar aí dentro. Por isso me contem por favor qual a sua melhor lembrança de criança?! Aquela que quando você puxa na memória chega dá um quentinho gostoso no coração. Lembrou? Então me conta aí  nos comentários. Eu venho contar a minha logo mais.

86 Comentários

Oi, Denise! Puxei lá da memória…Qdo eu tinha lá meus 5, 6, 7, 8 anos eu costumava ficar por perto da minha mãe na cozinha qdo ela preparava o almoço de domingo.
Ela costumava ouvir um programa que tocava só cançoes do Roberto Carlos, das atuais da época (década de 80) até bem antigas.
Até hoje qdo eu ouço uma dessas músicas eu consigo até sentir o cheiro e o gosto do que ela costumava preparar.
Fora que durante um tempo que fiquei longe da minha mãe sempre ouvia Roberto pra poder ficar ainda mais pertinho dela.
Beijoca.

Ai Denize, ser criança era maravilhoso… A lembrança mais pura que eu tenho é da minha avozinha Paschoalina, ela era uma fofa e ajudou a minha mãe a me criar com muito amor e carinho. As melhores lembranças são dela, do seu abraço, dos seus gritos me chamando de querida, dos seus doces de figo cobertos de chocolate (sempre presentes no meu aniversário). Ela brincava comigo e aconchegava de um jeito ímpar. Eu era a criança mais feliz do mundo em seus braços. Com certeza ela deve estar me olhando e cuidando de mim lá de cima.

Beijos,

Clarissa

Nessa época do ano sempre lembro do pé de amora na rua da minha casa. Subia e lá em cima ficava durante horas… descia toda “roxa” direto para o banho e para a bronca da minha mãe. Adorava !

Nossa… Eu teria que escrever um livro de tantas lembranças boas! Mas as duas coisas que me lembrei de primeira foi quando eu era beem pequena e a minha mãe não trabalhava, então passávamos o dia todo juntas. No meio da tarde ela me dava banho e no inverno eu deitava no colo dela pra esquentar, colocando as mãozinhas debaixo dos braços dela.
A outra é a cor que os raios de sol deixavam no quarto da minha avó nas tardes que eu passava com ela e a gemada que ela sempre fazia pra gente lanchar.
Coisa bem boa lembrar disso.
Um beijo Dê!

Vou contar a primeira que me veio na cabeça: acordar nas férias de fim de ano na casa da minha avó materna, naquele calorão do noroeste paulista, e em vez de leite, poder tomar groselha com bastante gelo! E também era ótimo e eu achava o máximo dormir na casa dela porque o banheiro ficava do lado de fora da casa, e se acordasse de madrugada, tinha de fazer xixi no penico! Beijos!

Quando eu era criança, eu tinha umas bonecas de pano. Só que a graça delas, era que todas as roupinhas eram costuradas pela minha vizinha, a “Tia” Cida. E elas tinha saias, vestidos, e mantos, encharpers, sapatos .. tudo costuradinho de tecido.. tempo bom que não volta :)

O lanche da tarde, Nescau e cream cracker com manteiga ou geléia. Isso me traz lembranças que são um aconchego para a alma.

1) quando caia tempestade e íamos todos dormir na cama da minha mãe. 2) quando eu dormia na mesma cama com a minha irmã mais nova. 3) quando acabava a luz e ficávamos fazendo “bichinho” com as mãs à sombra da luz de vela na parede. bjs

Nossa, muito legal ler essas histórias!!! Tenho muitas lembranças boas da minha infância, mas vou falar da primeira que veio à minha memória… Meu pai comprou uma coleção de livros de história, essas da chapeuzinho, gata borralheira (hoje acho todas horríveis, mas na época eu não prestava atenção nas coisas esquisitas que elas contam). Os livros era bem ilustrados, de capa dura, com as páginas com aquele papel meio brilhoso, que tinha um cheirinho ótimo (adoro cheiro de livro, tanto novo quanto velho). Daí meu pai contava uma história todo dia quando chegava do trabalho. Enquanto ele lia pra gente, tomava café com bolo… daí na minha memória tem tudo misturado… o cheiro do livro, do café, do bolo e as ilustrações… era uma delícia!!!
bjs

Cresci no interior do Amazonas e como lá é muito quente, adorava as tardes de chuva, principalmente em época de manga, porque a chuva além de refrescar derrubava as mangas e eu podia pegar a vontade dos quintais dos vizinhos porque nenhum deles saia na chuva :)
Amo manga até hoje, mas naquela época a manga era mais gostosa…

foi quando eu e minha irmã ganhamos uma boneca que chorava, ela era de plastico e nas costas tinha um aparelho que qdo deitava a boneca ela chorava, era muito engraçado - meu pai mandou eu e minha irmã entrar no banheiro e ficava fazendo a boneca chorar, pra adivinharmos o que era - e dá uma saudade dele e da minha mãe, pois foi com tanto sacrificio que eles nos deram esse presente, e pra nós foi tão maravilhoso pois na epoca as meninas tinham o bebezinho da estrela, mais não importou ganharmos a de plástico, desde pequena aprendi a valorizar tudo que ganho, e do fundo do meu coração senti uma felicidade sem comparação

Ser criança é muito bom e lembrar do tempo que passou nos traz recordções muito boas.
Lembro muito das férias que passava com minha vó materna na fazenda, quando chegava ela havia feito tudo que sabia que gostava de comer; lembro do pé de ciriguela(fruta) que gostava de ficar la, sentada horas, e a minha vozinha fazia questão de ficar lá comigo por mais a fazeres que tivesse.Sinto ainda mais saudades agora, pois a pouco tempo papai do céu levou minha querida vozinha para perto dele.
Sempre teremos uma criança dentro de nós.

Minha casa de boneca no sítio da minha avó. Era linda e tinha tudinho. Até chuveiro elétrico. Sério, tinha cadeirinha de balanço, cozinha de ladrilhos brancos com pia funcionando, tanque de lavar roupa, mesinha, varandinha … ai, ai, era o meu castelo. Passava o dia todo limpando, arrumando, cuidando, enfeitando. Ficava no jardim do sítio, um pouco afastada da casa. Meu sonho era dormir lá uma noite. Me enchia de coragem, mas na hora ficava com medo e voltava para a segurança do meu quarto.

dê, dentre todas lembranças, cores e cheiros
a primeira que vem à minha memória
é o lugar do refúgio, dos segredos e das descobertas
é aonde eu esperava o ano todo para ir
é aonde eu subia correndo quando chegasse lá
é aonde meus pés pequenos sabiam exatamente em que galho pisar
é a última bergamoteira no quintal da casa da minha avó
Santo Ângelo, Rio Grande do Sul
é lá que eu e minhas duas primas nos encontrávamos em todas as férias de verão
e foi aquela bergamoteira que presenciou as grandes descobertas e papos da infância
saudades.
das primas
das descobertas diárias
de achar que uma tábua presa por uns galhos é uma casa

de ser simples.

Aiaiaiai… as lembranças boas das festas de final de ano - comemoração do aniversário da minha bisavó -, que concentravam todos da família, e vários primos para brincar no sítio. É uma das melhores lembranças e a maior saudade…

E, o engraçado: cheiro de borracha queimada. Me lembra a vez que, qdo criança, viajei de trem com meus avós, que não falam português — e nem eu falo japonês…. *rs

Aiaiaiaiaiaiai…

Ixi..várias…ovos nevados da minha avó….ela me chamando pra lamber a colher do doce que tinha acabado de fazer…meu colégio que amava….minhas partidas de “queimada”. Tudo foi maravilhoso na minha infância!!!!

Meu pai me levou na padaria e pediu um sorvete de casquinha com duas bolas pra mim, quando eu estava terminando a primeira bola ele pedia pro moço colocar mais uma dizendo: “hoje ela enjoa de sorvete!”

Não me lembro quanto sorvete tomei, mais lembro do sorriso de meu pai diante da minha satisfação e… até hj adoro sorvete!

eita, dê… era na época das férias! ir passar o verão em joao pessoa na casa dos meus avós paternos, comer banana frita e tapioca feita por vovó. ou ir passar o sao joao na serra do araripe com meus avós maternos. acordar cedo e ficar procurando ajudar minha vó tirar leite da vaca, aprender a fazer doce de leite, queijo de coalho. ah, e claro, com a companhia dos meus irmaos queridos! hoje não tenho mais avós, mas as lembranças ajudam a “esquentar o coracao”. beijo!

Adoro lembrar da minha mãe me ensinando a nadar e também das vezes em que ela liberava algumas roupas e maquiagens dela para eu brincar. Eita coisa boa de lembrar!

A minha lembrança que enche o coração é de uma época em que meu pai e minha mãe eram felizes juntos. Que a noite meu pai colocava um vinil do Renato e Seus blue Caps e dançava comigo e com minha irmã pela sala. Eu reclamava, chamava a musica de brega e careta, mas amava. Ele sempre dizia que uma moça precisava saber dançar, e eu dançava muito com ele pela casa. Reclamando, mas com o coração cheio de uma felicidade “família” que o tempo levou embora e eu busco oferecer pra minha filha hoje.

beijoca

Eu sou tão nostálgica!Adoro tudo que remete à minha infância (músicas, programas, produtos…)
Minha lembrança mais antiga é da minha bisavó - a Nona, que escondia em seu armário bolachinhas e guaraná para me dar quando eu ia visitá-la! Eu tinha uns 2 aninhos…

Oi Denize,
As tardes de verão brincando com a criançada da rua de pega-pega, mãe da rua, bicicleta. A chuva no final da tarde fazendo subir vapor do asfalto quente… O lanche da tarde com enroladinhos de goiabinha (assados na hora) e Ki-suco na casa da minha vizinha. Que tempo bom !

Quando eu era criança minha mãe colocou eu e a minha irmã numa escolinha de artes. Crianças de apartamento,sabe como é? Se chamava Tear, existe até hoje.
Aí a gente ia pra lá toda terça e quinta e ficava das duas até as cinco da tarde. Era muito gostoso. Tinha argila, pique, teatro, colagem, leitura de histórias…Era muito feliz. Fiquei lá até os dez anos. Tinham algumas musiquinhas do grupo de professores, que falavam de coisas simples, músicas de criança, chamáva-se Grupo Olá. Então, essa é a minha melhor lembrança da infância. Sinto o cheiro de lá até hoje. Que saudade!

ops…esqueci de um detalhe: era seu armário do quarto, ou seja, o guarda-roupas. rs

nossa, eu tenho tantas que nem sei. mas vou escolher uma: brincar de teatro com meus irmãos no quartinho do fundo de um sobrado que moramos uma época. a gente ganhou uma caixa de papelão de geladeira (IMENSAAA), então montamos um cenário de teatro de bonecos, minha mãe nos ajudou a criar os bonecos (de feltro, de pano, de papel, de papel machê) e a gente ficava horas e horas e horas brincando de teatro. acho que as horas mais gostosas da minha vida infantil foram passadas com meus irmãos!

Também tenho muitas lembranças, de festas, de cheiros, de brincadeiras… Mas uma lembrança que me faz sorrir é das tardes passadas na casa de minha “nona”, que era costureira: ela me deixava sentar no pedal da máquina enquanto costurava, e aquele balanço era muito divertido.

Minha melhor lembrança de criança era tomar sopa de feijão da minha avó (linda, ainda viva, que eu amo), à noite, com meu irmão, enquanto mami ia trabalhar (dava aulas) e papai não voltava da farmácia. E depois ela lia pra gente… e eu lembro de ela ler A Bela e a Fera, João e Maria e tantas outras histórias lindas. Tão bom! :o )

Ai, amiga, são tantas…
Engraçado isso… minhas memórias infantís são as mais doces possíveis.
Era a gente acordando no domingo embalados pela voz da mamãe cantando Roberto Carlos, Benito de Paula e Alcione. Isso tudo ‘enrolado’ pra presente com o aroma de um café-da-manhã mais especial que o da semana (pão com manteiga).
Era um bolo de fubá… uma peta… um pão de queijo… uma tapioca… ou um cuscuz… tudo alí… cheiroso, quentinho, feito naque instante, com ’sazon’.
Era o papai procurando, no fundo da ‘cartola’ dele(sim, ele erá mágico!), o que fazer com 4 crianças em pleno domingo, sem din-din algum. Ah… os ‘passeios’ ao aeroporto pra contar avião!
Era eu vigiando a mamãe costurando, bordando… ou o papai me ensinado a desenhar para poder ‘fazer’ as roupas de minhas bonecas de papel… (ai essa minha curiosidade!).
Era a vó Carol, nos almoços de família, chamando com a maior calma: “Rinui! Rinui! Rinui todo mundo aqui pra gente lê a bíblia antes de cumê!”
Ah, amiga… são tantas, tantas… que eu terei meu coração aquecido pro restos dos meus dias!
*Suspiro*
Ai, ui… vcs me dão licença, que eu vô ali secar os zói!

Esqueci de uma! A principal! De quando passava as férias na casa de uma prima, ou a prima passava as férias na minha casa… Brincando de qualquer coisa, indo de um lado para outro juntas!

Noooossssaaa!! Quanta história linda!!! Me emocionei demais.
Beijos.

Ai, “são tantas emoções” :) , nem sei qual escolher. Lembro da véspera de Natal, eu, meus irmãos e meu pai montando o pinheirinho (natural), comendo melancia e tomando banho de mangueira (calor insuportável). Lembro da minha mãe lavando louça e cantando “Roberta, ascoltami, ritorn’ancor, ti amo.” A minha mãe passando roupa e cantando, a minha mãe tocando violão e cantando músicas latinas nos churrascos… A minha vó esmagando pão torrado com uma garrafa de vidro p/fazer farinha de rosca, a minha vó cortando cebola em fatias transparentes a uma velocidade impressionante “tchuctchuctchuctchuctchuc”… eu e minha vó atirando pão torrado para os peixinhos do laguinho da Redenção… vou parar por aqui, senão vou chorar! :P

Ah, passar as férias na serra, tomar banho de mangueira com meus irmãos e esperar meu pai chegar à noite para comer o macarrão que ele fazia na hora. Sabor de biscoito maizena com geléia de mocotó e banana. Minha mãe cuidando da minha bronquite. Pula-pirata. Meu avô tirando moeda da minha orelha. Dias de luz.

Ah poxa, tem tantas lembranças legais, sacolé de coco na casa da vovó, brincando de pique com os amigos, subindo nas goiabeiras hahahacomendo cana de açúcar, carambola, tudo do quintal da vovó hmmmm viagens de férias pra praia com a tchuuurma!

A primeira que veio à mente foi uma bem “bobinha”, mas marcante.
Vez por outra, quando meu pai ia me buscar na escola; ele me levava numa padaria que havia lá perto.
Eu AMAVA sair de lá comendo pãozinho francês quentinho, recém saído do forno ;) !
Engraçado que, quando olho para o Theo, me lembro destas idas à padaria e como uma coisa tão “corriqueira” pode marcar nossa infância.
Fico só querendo adivinhar as lembranças que ele irá ter. Podem ser coisas que eu, no “mundo de adultos”, nem considere importante. E pode ser que seja uma lembrança marcante para ele. Um cheiro, gosto, som…

Ai, ai… minha melhor lembrança são as tardes passadas na casa da avó materna, muitas brincadeiras com os irmãos mais novos, muito carinho de vó e ela fazia pães e geléias como ninguém! Saudades de comer muito pão+manteiga+geléia e aquele copo de leite!! maravilhoso, dá até pra sentir o cheirinho! hummm

beijos:)

Minhas melhores lembranças são da época em frequentávamos o Maraca - eu, meus pais e irmãos - nos jogos do Fluminense. E lá vendia o cachorro-quente mais gostoso do mundo, o da Geneal, e os leitinhos longa-vida com sabores da CCPL, que chamavam Tijolinho 2000. Eu tomava vários de morango, chocolate, caramelo,…
E também os Gibis que eu lia sem parar, da Turma da Mônica (que aliás leio até hoje), e as férias no interior de Minas, na fazenda do meu avô, com meus milhões de primos!

Boa lembrança, Ione!
Eu leio a Turma da Mônica até hoje tb, rsrsrs ;) !

Aiiiii, uma das minhas melhores lembranças de infância de ser acordada de manhã na cama com uma mamadeira cheia de leite com chocolate quentinho pela mamãe, tomar tudinho e depois voltar a dormir bem gostoso, com barriguinha cheia e gostinho de chocolate na boca… huuummmm…

bjs!!

a minha melhor lembrança de criança foi um susto.
um dia, eu tava fazendo 12 anos. painho me levou na livro 7, a maior livraria de recife - e maior do brasil tb.
me deixou na sessão infantil e me disse as palavras mágicas: PODE PEGAR QUANTOS LIVROS VOCÊ QUISER.
eu fiquei atarantada. ele sentou num banquinho, acendeu um cigarro e ficou de papo com o vendedor.
e eu andava zonza pelas estantes. eu simplesmente não sabia o que escolher.
foram doze livros. cecilia meireles, monteiro lobato, ganymedes josé. uns eu tenho até hoje.

esse foi o melhor susto da minha vida :D

Nem li todos os comentários, mas das lembranças de criança a mais doce é lembrar da casa na roça da minha Vó Carminha… nas férias, ficava uma semana inteirinha lá. E todo finzinho de tarde a gente parava as brincadeiras, tomava banho e ficava em volta do fogão a lenha esperando a sopa da janta… hummm… e ardendo de vontade de brincar com o fogo, mas não podia se não fazia xixi na cama. ;o)

Quando era criança eu tinha um mal estar,q minha mãe chamava de “intoxicação” e, só me curava após tomar colheradas de leite de magnésia(que eu odiava) seguidas de macarrão à alho e óleo q ela me servia na hora do almoço.Esse último era o céu para mim e valia o q tinha passado com o remédio….Saudades…Saudades até do azeite quente q ela pingava no meu ouvido qdo tinha dor de ouvido!hehehehe…

A minha melhor lembrança de infância é do cheiro da casa da minha avó. Quando eu ia entrando e ia descobrindo os perfumes… Caramelo, pão de queijo, bolo de fubá… Aqueles cheiros sempre vinham me fazer um carinho tão gostoso!

Tão difícil dizer… Mas amava caminhar com meu saudoso pai e na volta sempre passar na banca de revistas e ganhar um agradinho (lembro até dos broches do Menudo que colecionava!). A gente tinha o mesmo jeito de pisar o chão, nossos tênis ficavam iguaiznhos com o tempo (eu com 6, 7 anos e ele com 30 a mais!). Que saudade do meu bichinho!!!!!

lembrança da infância? me lembro bem dos Lps do Roberto, o Astro, Roni Von, de Jair rodrigues e Luciana cantando, A Arca de Noé, os trapalhões(idas ao cinema), turma da mônica e biscoito amanteigado, pé de Jamelão, essa é boa: não sabia subir em árvores, quer dizer não sabia descer e eu adora jamelão uma fruta que nunca mais, nunca mais vi um pé, sempre era noite quando me achavam!aos 10 anos meu irmão mais novo nasceu disso não tem como esquecer, ele era meu bonequinho, adorava, cuidei dele até os 4 aninhos, minha mãe teve eclampsia(assim que se chama?)e depressão pós parto, passou uns anos num quarto escuro,ele até hj me chama de irmãe, está com 25 anos e é a razão da minha vida! me perdoem minhas lembranças não são das melhores, é o que sou! um abraço com carinho a todas! KK

Ahhhh…
As lembranças mais gostosas da minha infância são de Recife e Olinda… Minha mãe nos levava (eu, minha irmã e meu irmão) à praia de Boa Viagem bem cedinho, era uma delícia. Comer agulha frita na praia, em Olinda, e queijo assado na feirinha que tinha aos domingos (acho que era na praça do Mosteiro de São Bento). Colecionar o álbum do Bem-Me-Quer, do Amar é…
Mas o que eu mais gostava mesmo era brincar de boneca de papel; tinha a família inteira, vários modelos, a casinha toda montada num cantinho da sala. Esquecia do mundo ali…
Ai, que saudade gostosa…

A lembrança que primeiro me veio a memória foi de como meu pai me fazia dormir com a história da tartaruga que queria ir na festa no céu! Me lembro exatamente do balanço da rede e de como eu nunca me cansei de ouvir esta histórinha!

Quando eu era criança, eu lembro dos finais de semana que me mudava pra casa da minha madrinha pra brincar com minha prima. Eram tantas brincadeiras: escola, cabelereiro, joguinhos, de fazer aniversário de bonecas (com direito a pipoca, brigadeiro e refri), desenhar (pra vender nossas obras na rua depois pras pessoas), de tanta cosia, Dê…Ô época boa, que começava na sexta a noite, quando as irmãs mais velhas dela saiam, e a gente ficava com o quarto só pra gente!! No outro dia, tudo continuava. Ai ai…Saudade!!

Mas, ainda bem que o espírito n morreu ainda!!Adoooooro ser moleca!
=)

Bjos, querida!

Dê,
Tenho muitas lembranças gostosas e “quentinhas” de quando era pequena, pois graças a Deus, tive uma infância muito feliz…vou contar uma que eu adoro: sou filha única e fui uma criança um pouco solitária, mas ficava muito contente nas férias, quando minha prima Adriana vinha passar uns dias na minha casa. Meu pai ia trabalhar de moto e deixava o carro (um fiat 147!) na garagem para que o transformássemos em casinha…isso mesmo! Dobrávamos os bancos de trás e transformavamos o carro numa beleza de casinha para nós e nossas bonecas…levávamos panelinhas, cadeirinha, água e comidinhas (doces, bolo, biscoitinhos) e passámos a tarde lá! Ai ai que saudade desses dias! Obrigada, querida, por me fazer lembrar de coisas tão doces e gostosas! beijoca

nossa brincar de selva no meio da horta da minha avó no interior, comer maracujá doce do pé, morando, figo. hum
que saudades

A melhor lembranca que tenho estao nas cicatrizes dos meus joelhos, resultantes dos inumeros tombos de bicicleta que levei apos manobras radicais na pracinha do bairro =)

Ir a padaria com a minha mãe à tarde. Eu estudava à tarde, então só fazia esse programa quando estava de férias.
As que me marcaram foram a de verão porque as tardes eram lindas, numa época que a gente via borboleta todo dia.

No caminho para padaria passávamos por uma rua cheia de árvores altas e lindas, daquela que tem a folha tão pequetita que se chove no cabelo para catar é ó.

Lembro da gente fazer essa caminhada, sentir o cheiro das árvores e ouvir a cigarra cantar, o cheiro do pão no nariz, cada vez mais no nariz a cada passo, a cada conversa, a cada risada e a mão da mãe segurando a minha. :,-)

gente, quanta lembrança linda!
nem consegui ler todas…
as minhas, deixa ver…
tem várias, cada uma de uma época.
lembro de brincar de carrinho com as gavetas da máquina de costura da minha avó, quando a gente amarrava um barbante no puxador e saía arrastando pela casa.
lembro de quando minha mãe fazia bonequinhos com massa de pão, e a gente colocava olhinhos de feijão neles.
lembro de quando, à noite, contava para meus irmãos as histórias que eu tinha escrito naquele dia, e eles adoravam!
brincar de casinha com minha irmã, fazer teatrinho de sombras, ouvir as “histórias da vida real” que minha avó contava…
brincar com “bonecas de recortar”, e fazer desfile com elas!
deu saudades!
beijos!

vixe, tanta coisa…

tomar banho de chuva e de tina d’água na casa das minhas tias, a primeira Barbie (esperando vovô chegar pra festa de natal, senão não podia abrir o presente!), todas as peças de natal da família, banho de piscina na casa da vovó, minha tia fazendo os pratos do jantar das crianças naquele marinex fundo marronzinho, ir pra rádio com papai gravar programa…

Tem mais de uma: a primeira são as histórias da italianada que a vó contava desde sempre enquanto me ensinava a costurar, bordar e tricotar; outra é andar na chuva em Poços de Caldas e a última é o gostinho das balas de coco caseiras que eu ganhava de uma vizinha fofa todo aniversário.
Aguardando ansiosamente a sua!
Beijos

É comprar livro com a minha mãe :o )

Acho q acordar no meio da noite com medo, depois de um pesadelo, e ir de mansinho pra cama de mamis, enquanto ela ainda estava dormindo, e ficar lá, encolhidinha e protegida.

Ai… são tantas! Mas duas especiais, que me aquecem o coração. 1) Quando meu pai chegava do trabalho e eu ainda não tinha bicicleta, ele sentava comigo no sofá e ficava me escutando falar da bicicleta que eu queria ter, o que eu faria, por onde andaria e nessa época eu não tinha mais do que cinco ou seis anos. 2)Minha mãe me arrumando pra ir ao Jardim de Infância e procurando sempre os laços de fita que combinariam com o uniforme (que era vermelho quadriculado com branco!) Eu tinha o cabelo bem loirinho e sempre estava com um laço na cabeça! Estou amando as histórias! Bj

Lembro de assistir ao programa do Chaves com meu pai. Achava o máximo o meu pai assitir TV comigo. E ele curtia o progrma tanto quanto eu.
Bjo

Pelo que li chuva e criança é algo que combina muito né???
Passei minha infância no interior do Ceará, numa cidadezinha chamada Redenção, que foi a primeira no Brasil a abolir os escravos, em 1883! Lá estão as minhas melhores lembranças de criança! Uma MUITO ESPECIAL aconteceu quando fomos liberados da escola mais cedo e estava chovendo MUITO!! Eu morava distante e a mãe de um coleguinha ia buscar a gente de carro, mas como não era a hora certa, resolvemos ir a pé, NA CHUIVA MESMO!!! Fui eu e mais três colegas (2 meninos e mais 1 menina). A gente corria na chuva, jogava mais água no outro (???), chegamos ensopados em casa, os cadernos e os livros todos molhados… Mas até hoje me lembro de ter sentido uma felicidade incrível maquele dia…

Oi Denize,
Este seu post me valeu um telefone de minha filha (Jade), que ao lê-lo me ligou para dizer que vieram duas ótimas lembranças. Uma em que eu a ensinava a nadar e outra de um dia em que eu deixei ela e a prima vestirem minhas roupas e usarem minhas maquiagens. Elas não tinham 5 anos e se divertiram muito com a brincadeira.
Eu por minha vez, me lembro de minha madrinha fazendo roupinhas de boneca para mim, coisa que fiz questão de fazer para minha filha também. Ela tinha a Barbie mais bem vestida do colégio.

Na verdade, a coisa que mais lembro da minha infância nem é tão linda assim, mas engraçada. Eu era uma criança muuuuuito tímida, daquelas que gostam de ficar quietinhas no canto só com seus pensamentos e mais nada. Daquele tipo tão diferente que até a professora, por padronizar todos os seres humanos, sugeriu para minha mãe uma psicóloga.
O que mais me recordo da minha infância foi que às vezes eu tinha vontade de ver Deus, de ver Jesus, então, deitava no grande quintal da minha avó (que morava na casa da frente à minha) e ficava vendo as nuvens. Umas eu achava que pareciam com camelos, coelhos, cavalos etc.Até que um dia vi uma nuvem marcada com o que pareciam dois passos e fiquei toda feliz por achar que Jesus tinha deixado aquelas marcas nas nuvens. Vê se pode! Tsc, tsc… Mas hoje sou mais normal, tá, só pra informação.

Ver minha filha crescer um pouquinho a cada dia,sempre aquece a minha alma de criança, mas vejo que é uma infância bem diferente que foi a minha. Enquanto hoje Gigi se delicia vendo programas que falam sobre dinossauros e animais o máximo que eu chegava perto era assisitindo a Paula Saldanha no Globinho. O que eu gostava mesmo era descer para brincar em baixo do bloco de pique-pega, esconde-esconde, andar de bicicleta e de boneca. Que saudade que dá!!!!

Além dos banhos na bacia de alumínio na casa da vó, me lembro das deliciosas tardes fazendo biscoitos com ela. Fornadas e fornadas do melhor biscoito que já comi em minha vida. Ainda sinto o cheirinho daqueles dias…
Muito legal esse post Denize. É muito gostoso a gente parar pra lembrar da nossa infância e compartilhar com vcs.
Bjs

Denize, são tantas coisas gostosinhas… lembro do gosto de pitanga (colhida da pitangueira de casa) e de ficar no pé da minha mãe na cozinha… fazia saladinhas picadas com o que ela me dava de restinhos do almoço e bolos de bolacha embebida em água, amassados com os dedinhos e enformados nas panelinhas. (blargh, depois eu comia!)Tenho receitas inventadas que estão escritas com minha letra de primeira série até hoje no caderno dela, e um livro Dona Benta toooodo pintado com giz de cera(arte minha). Não é à toa que a paixão pela cozinha ainda se mantém no meu coração. A cozinha dela também continua quentinha e cheirosa, como naquela época. E quando quero aquecer meu coração, é pra cozinha que vou, imitar algum sabor de infância ou inventar um novo. Ai ai (deixa eu parar, senão choro!)

Bjs!

Xi, são tantas coisas boas, passeios, bichinhos de pelúcia… costumava brincar de ‘escolinha’ com as amigas, com direito a lousa e tudo! andar de bicicleta, de patins. Voltar da escola e parar na ‘moça do chup-chup’ e comer um de brigadeiro e outro de goiaba!
Ai…ai….
A gente querendo crescer tão rápido, sem saber dar o valor devido a essa fase tão gostosa da vida…
beijão a todas

nossa, lembrar da infância é lembrar das amizades que são eternas; das brincadeiras ; do carinho da família; do capricho do uniforme para ir p/ escola…ah, as tias da escola…que saudade boa!!!
bjos

Nossa vou contar um fato q aconteceu esses dias… Aqui no sul nós temos um refrigerante chamado Laranjinha (é tipo uma fanta mas é amarela) e vinha em uma garrafa de vidro em miniatura. Pois bem, eu nem me lembrava que eu tomava isso qdo criança, então um dia desses fui em uma padaria que tinha. Qdo eu tomei veio um gostinho tão bom na boca, e logo me remeteu a memória de que eu levava isso na minha lancheira (dentro de uma garrafa térmica da Moranguinho) pra tomar no jardim de infância, qdo eu tinha uns 4 aninhos.
Que lembrança boa, o gostinho me fez lembrar da escola, de como era o parquinho e da fila da cantina, onde eu ia sempre com muitas moedinhas nas mãos e as freiras pegavam só o necessário para a compra do doce!!!
Como pode um sabor fazer reflorecer essa memória esquecida??? E isso acontece mesmo né?!

Denize, uma das minhas lembranças mais felizes da minha infância é com minha avó Varina..
eu tinha 05 anos e ia até o quarto da dela de madrugada carregando meu travesseirinho para me deitar com ela..eu fazia isso toda noite e sempre acordava no meu quarto!!
Ela faleceu este ano aos 96 anos e também adorava recordar esse momento.. Hoje tenho 38 anos e ela sempre me viu como a mesma menininha..!!
beijocas

Lembro do meu primeiro patins. Sabia que ele estava lá, escondido no guarda-roupas de minha mãe! Quando ela saía, eu corria para tocar o embrulho. E assim foi quase uma semana antes do Natal e quando, enfim, a noite feliz chegou.. eu e meus patins de rodas vermelhas rodopiamos sobre a calçada da rua felizes e completos! É isto, lembrança de infância é o presente querido, desejado e conquistado com muito sacrificio.

Eu me lembro da Goya me “obrigando” a brincar de bonecas embaixo da mesa da sala. Goya era a minha irmã caçula, que foi morar noutra constelação há alguns anos atrás, quando tinha 24 anos. Ela era minha companheira de farras e castigos. Toda vez que eu preciso de um “quentinho”, é alguma coisa dela que eu busco. E também quando eu preciso de uma força. Porque ela era minha irmã e minha filha. Minha irmã e a melhor coisa desse mundo.

Minhas melhores lembranças estam relacionadas à casa de minha vozinha, sempre no mes de julho, onde a gente ia passar férias, todos os anos. Minha vó e minha bisavó, faziam bonecas de pano maravilhosas. Minha vó era sofisticada nas bonecas, usava olhos de vidro, fazia bonecas de pelucia prá gente guardar pijama dentro. Minha bisa, Florência fazia bonecas de pano à mão, com retalhos de algodão e cabelinhos desfiados d tecidos, pequenas e delicadas, com narizinhos e bocas bordados com linhas fininhas… Tenho pena de não ter guardada nenhuma destas preciosidades. Eram feits com tanto amor. Nós morávamos aqui em Itabira e quando minha avó vinha nos visitar sempre traziauma mala de presentes, todos feitos por elas! Ahh De, coisa boa vc me fazer recordar dese carinho… Beijos estrela do dia!

ai, Dê! depois da tempestade vem a lembrança.
Lembrança de casaco que pinicava - e a Ia, de mão dada, dizia: “Filha, tem que usar para a sua vó Xandra ficar feliz”. Lembrança de brincar no jardim em frente da casa da fazenda, no Mato Grosso do Sul. De ver o sol se por atrás do morrinho, com a música da vovó Esther rezando o terço.
Lembrar de latas de leite moça com furinho, de revistas de fotonovela afanadas, de ver a jabuticabeira florescer e depois anoitecer, carregada. Tudo lembrança de vó Esther, de Ia, de vô Annibal. Lembrança de tardes de férias de julho, na rede da varanda - lia, lia, lia. Lembrar de bater manteiga, fazer queijo, requeijão. De ir tirar leite da vaca, aprender a montar. Tomar banho no rio com medo de sucuri… Ver vaca morrer - arght, meses sem por carne na boca, para desespero da mãe. Lembrar de goiaba no pé, de escalar a mangueira gigantesca… Lembrar de avião de plástico que irmão atirou pela janela e acertou em cheio o fusca que passava. De me esconder da sova embaixo da cama… afe, tantas, tantas, tantas. Obrigada por me lembrar das lembranças.
bjs amor de vida

Ai, tenho tão poucas lembranças boas. Mas vou tirar uma da caixinha procê. A mais bonita, mais gostosa: todo sábado, eu no colo da vó, nós duas na cadeira de balanço amarela, comendo pipoca e vendo Cassino do Chacrinha. :D

Eu tenho algumas lembranças, mas a que me veio a cabeça agora é ligada ao meu pai. Quando eu e meu irmão éramos menores, meu pai voltava do trabalho e sempre trazia alguns pacotes de figurinhas do Transformers (ai, como isso é velho!!!) com ele. Então eu e meu irmão sentávamos e abríamos os pacotinhos para colar as figurinhas não repetidas no álbum. Eu gosto dessa lembrança particularmente porque meu pai é uma pessoa muito fechada e a gente identificava o carinho dele por gestos simples como este. Beijinhos!

Eu lembro quando o meu avô (que faleceu há 18 anos) ensinava as cores com as balas Soft. Ele quebrava ela pra nós não nos engasgarmos (hehe) e só entregava se eu sabia a cor certa.
Como o pai e a mãe trabalhavam o dia inteiriiiiiiinho, ele me pegava no colégio e me levava pra chácara.
“Pobrezinhaaaa da minha neta… orfã de pai e mãe” dizia ele, quando me pegava no colo. Mimoso.. saudade dele.

Amanhã vou viajar 300km até o interior de Goiás para reviver uma memória de infância: chupar jabuticaba no pé!!! Quando pequena, no interior de Minas, na casa da minha avó esta época do ano era o máximo, juntava toda a afamília nos feriados - dia das crianças, festa de Nossa Senhora e início da safra de Jabuticaba! Tardes mornas, chuvas rápidas, muita brincadeira e o estalo da pretinha - explodindo sabor e doçura nas nossas bocas!!!!

Meninas, as histórias são maravilhosas, viu?! Ri, chorei e me identifiquei com algumas histórias contadas aqui. Vixe, bom D+!!

Não participei do sorteio do chocolate (looonga história! rs) e não sei se dará ‘tempo’ participar desse agora. Mas, queria registrar e compartilhar algumas lembranças da minha infância, com minhas ‘coleguinhas de Reino’!! rs ;)

Vamos lá…
Tenho zilhões de lembranças de minha infância… q graças a Deus foi bem vividas apesar das responsabilidades que tinha. Somos 3 irmãos e sou a + velha (nem tão velha assim mas…!! hehe), quem é o primogênito (a) sabe do estou falando.
Morei cerca de 6 anos no sertão da Bahia e boa parte da ‘infância boa’ foi lá que aconteceu. Lembro de ir com a tropa da rua catar umbú (fruta nordestina deeeeliciosa) na fazenda imensa que circundava o conj. habitacional que morava. Nunca andei tanto atrás de umbú e quando nos fartamos a valer um capataz da fazenda nos convidou a nos retirar da propriedade a base da espingarda. Até hoje lembro da sensação de ter o coração ‘literalmente’ na boca. Qdo cheguei em casa, minha Mamy soube do ocorrido, tive como lição ficar de castigo por uma semana sem direito a nada de brincadeira e nem de rua!! Pq qdo Vc é criança ñ tem coisa melhor do que brincar na rua com aquela criançada toda, né não?! rsrs Então, tirar a rua era o fim do mundo!! ahah

Lembro que estudei anooos num colégio de freiras tradicional no interior e tenho várias recordações do lugar, entre elas: cantar, ás 7h da matina, todos os Hinos existentes no país (fazendo tempo bom ou ruim!); rezar to-dos os dias na capela; ficar de castigo na sala da outra turma; conjugar os piores verbos irregulares da língua portuguesa (até hj tenho arrepios qdo escuto Pretérito Mais-que-perfeito! ahaha); ser a primeira a chegar p/ aula e ser a última que os pais iam buscar; de comer banana-real no lanche do colégio diariamente (hj ñ suporto nem o cheiro da guloseima! ui!)… aff, são tantas! rs

*Bom demais resgatar essas lembranças…

Beijo Grande D. Dê!! :)

Eu passava o ano todo sonhando com as férias… Acho que sempre fui meio nerdinha mesmo. Desde criança sonhava com as férias pra estar junto com meus avós, ler os livros que minha vó me mostrava e jogar carta com eles nas tardes de chuva, ao invés de passar os dias na praia como a maioria das amigas fazia.
Ahhhhhhhhhh… minhas férias na praia do Laranjal (Lagoa dos Patos), lá na minha Pelotas!! Passava os verões lá com meus avós, ia em dezembro e só voltava pra cidade em março, porque pras minhas proporções era muito longe, imaginem que era 20km!!! Minha única preocupação era que ia ficar com saudade dos meus pais porque durante esses 3 ou 4 meses só via eles na terça, na quinta e nos finais de semana. Imaginem que agora vejo a cada 4 meses!! =( Meus verões raramente tinham mar, apesar de estar ali do ladinho, mas tinha taaaaaaanta coisa boa…. Meus avós já faleceram e a casa onde passavamos o verão está lá, esperando o dia em que vou voltar a morar em Pelotas.

(*esse post me arrancou lágrimas!!)

Olá Denize,
Perdi o sorteio do chocolate, apesar de ser uma chocoólatra, espero poder participar do dia da criança. Lá vai.
Estou tendo a oportunidade de reviver a minha infância no dia a dia. Me mudei, neste ano, para a casa que foi dos meus avós maternos. Estou comendo frutas das mesmas árvores que me deliciaram quando criança. Ontem não resisti, e apesar dos meus 52 anos, subi no pé de caqui, e ele me acolheu como me acolhia quando criança, onde passava horas lendo. Um grande abraço na criança maravilhosa que existe nesta rainha e em todos os
que colaboram para que este seja um reino especial. Lucia

Três lembranças me vieram à cabeça:

1) adorava ir na casa do meu avô Sebastião, para ver vagalume no jardim com ele;

2) e esperar pelos sábados, único dia em que eu acordava e meu pai ainda não tinha saído para trabalhar. Eu subia de cavalinho nos ombros dele, e ele me levava até a padaria para escolher o pão doce que eu quisesse;

3) lembro-me também da primeira vez que fui ao cinema. Foi com minha mãe e meu irmão, numa sala que não existe mais, para assistir ET.

Tem tanta lembrança linda aqui De, me identifiquei com várias histórias. E ser feliz só de lembrar destes momentos.

beijocas

Ai, covardia isso! Eu entrei só pra ler, mas fui me emocionando, me lembrando das coisas… Cá estou eu, pra dividir minhas coisinhas com vocês :)

Lembro da época de pitangas em que me fartava das bichinhas (e quase sempre caía do pé, ficando cheia de machucado rs).

Lembro do ano em que meu pai passou longe fazendo pós e, no natal, minha mãe me acorda pra ver um papai noel magro, de roupa de papel laminado e barba de algodão (que era meu pai disfarçado, mas eu, boba, não percebi) e que eu me apavorei com aquilo tudo (as fotos são hilárias)!

Lembro de quando tive catapora - tava na casa da vó passando férias com a prima, e nem liguei pra doença, queria mesmo era brincar no jardim. E ficava chateada quando minha mãe chamava pra tomar o remédio…

Lembro das palhaçadas que meu pai fazia com as sinfonias de mozart (meio doido ele, né) pra que eu e meu irmão gostássemos de música clássica… Assim como lembro de quando meus pais saíam à noite e a empregada se lavava ouvindo Amado Batista (e a gente junto, curtindo também rsrs).

Lembro de quando minha vó “subornava” a gente (os netos) pra comprarem doces pra ela. Explico: ela não podia comer doces, acho que tinha a ver com diabetes, então as filhas pegavam muito no pé. Ela, muito da esperta, ‘comprava’ o silêncio dos netos. É mole?

Lembro que morava em um prédio em que não tinha crianças e que no meu aniversário de três anos os convidados da festa eram meu pai, minha mãe e meus bonecos todos (nossa, quando vi a foto dos bonequinhos da Denise, só lembrei disso!!!).

Aiai… Lembro de tantas outras coisas, mas aí vcs vão me achar uma chata espaçosa. Rsrsrs

Beijos! Me emocionei muito com as histórias de todas vocês!

Feliz Dia da Criança Interior!

Ah, não, só mais uma! Falando em Turma da Mônica, dia desses estava reunidas com umas amigas e caiu nas nossas mãos Deus sabe como uma revistinha recente da turma, só que adolescentes! Pense em um bando de “mulé véa” parecendo criança, fazendo estardalhaço com o gibi!

Qdo eu era criança eu mesma fazia as minhas bonecas de pano e eram bem feitas!Um dia ganhei uma gde q mexia pernas, braços e tinha dedinhos separads e o cabelo era deum algodão na cor ferrugem chamado(algodão de macaco)isso era la em Barra do Corda-Ma cidade onde eu nasci.Sinto muitas saudades daquele tempo e eu ainda tinha a MAMÂE!
Rosinha de Imperatriz-Ma

O que quer significa as 3 letrasURI q aparece abaixo do imail?

São tantas lembranças lindas e emocionantes! Lembro que com a minha mãe e o meu irmão iamos a casa da minha tia Titi que era grande e tinha um porão que com uns baús onde guardavam fantasias das festas da minha mãe e eu com as minhas amigas gostávamos de nos fantasiar e tinha um aparelho antigo para passar long play e colocávamos também e ficávamos dançando. era muito divertido! Que saudades…

[…] Denize lindona soltou uma ótima reflexão sobre o consumo e o consumir, estes temas que dão tanto pano para a manga. Acho lindo um site que “vende” fazer isso. Aliás, em homenagem ao Dia das Crianças, dona Dê, nossa Rainha sempre, conquistou corações e comentários com as lembranças de infância das rainhas-súditas. Vale ler cada um, com toda a paz e delicadeza que eles merecem. […]



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